=‘•..•’= O Gato se esconde atrás de sua ferocidade para se proteger...mas se observarmos com o coração podemos decifrar sua real personalidade e perceber a doçura que se esconde profundamente em teu olhar =‘•..•’=...by VGitana Bastet

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Como medicar seu gato =‘•..•’=


Antes de começar com as dicas é fundamental o tutor de gatos entender que NUNCA deve medicar seu gato sem prescrição veterinária. O motivo disso é que gatos possuem um metabolismo muito diferente do nosso, portanto o que é bom pra gente pode fazer mal ao gato.

Bom, compreendido isso vamos às principais dicas para medicar seu gato sem que isso se torne uma guerra.

PREPARANDO O AMBIENTE
  • - escolha um ambiente silencioso e tranquilo;
  • - coloque um pano, toalha ou manta sobre uma superfície alta e estreita ou que tenha uma parede próxima, dessa maneira ele não conseguirá ir para trás. Um bom local costuma ser a máquina de lavar roupa.
ADMINISTRANDO COMPRIMIDOS OU CÁPSULAS
  • - pergunte ao veterinário se você precisa usar luvas para manipular a medicação, porque você pode ter uma pequena absorção do medicamento pela pele. Quimioterápicos, por exemplo, sempre devem ser manipulados com luva;
  • - somente parta ou amace os comprimidos ou abra a cápsula se o veterinário autorizar;
  • - coloque o gato sentado sobre o pano ou tecido que você colocou sobre a superfície alta;
  • - se você é destro use a mão esquerda para elevar a cabeça do gato e segure o comprimido com os dedos indicador e polegar da mão direita;
  • - coloque o dedo médio dentro da boquinha do gato (sobre os dentes incisivos inferiores) e abaixe o queixo fazendo-o abrir a boca;
  • - coloque o comprimido dentro da boca o mais profundo que conseguir e feche rapidamente sua boca;
  • - dê um leve assopro no rostinho do gato para que ele engula o comprimido e faça uma leve massagem na região da garganta;
  • - com uma seringa coloque aproximadamente 1 a 2 ml de água na boca do gato para ajudá-lo a engolir o comprimido e não machucar o esôfago.
ADMINISTRANDO MEDICAMENTOS LÍQUIDOS (SOLUÇÕES/XAROPES)
  • - siga os mesmos passos até o momento de elevar a cabeça do gato com a mão esquerda;
  • - segure a seringa com o medicamento líquido com a mão direita;
  • - aplique o medicamento no canto lateral da boca do gato bem lentamente (aproximadamente 0,5 ml por vez);
  • - caso você espirre um volume muito grande de uma vez só ele poderá engasgar ou aspirar o medicamento;
  • - feche a boquinha e assopre para ele engolir a medicação
  • - com uma seringa coloque aproximadamente 1 a 2 ml de água na boca do gato para ajudá-lo a engolir medicamento.
ATENÇÃO

Muitas vezes o gato entra num processo de salivação excessiva com medicamentos muito amargos formando uma espécie de espuma. Se isso ocorrer com frequência a quantidade de medicamento engolida pode ser prejudicada. Peça ao veterinário, se for o caso, se há possibilidade de trocar a apresentação do medicamento para evitar isso. Aqueles com apresentação em gotas costumam ser os maiores vilões na hora de medicar um gato. E por falar em gotas, NUNCA pingue as gotas diretamente na garganta do gato. Faça uma diluição em água e dê na seringa como descrito acima.

USANDO PASTINHAS DE SACHÊ OU LATA

Essa opção costuma funcionar melhor para cães, mas em alguns gatos é possível usar essa técnica. Para isso basta disfarçar o medicamento (comprimido ou líquido) dentro um “bolinho” de ração úmida e oferecer ao gato. Verifique se ele de fato engoliu a medicação, porque alguns podem cuspir mais tarde o comprimido.

CUIDADOS IMPORTANTES

Se seu gato é muito arisco ou agressivo essas dicas não serão eficientes e você poderá terminar a tarefa com mordidas e arranhões nas mãos e nos braços.

Se for esse o caso converse com seu veterinário sobre a possibilidade de tratar o problema com medicações injetáveis de longa duração.

Mais uma vez vamos reforçar que nunca se deve medicar o gatinho sem prescrição veterinária

Asma felina =‘•..•’=

Imagem:Google
Dentro dos pulmões existem milhares de pequenos tubos para a passagem do ar, que são chamados de brônquios, juntos eles são chamados de árvore brônquica, que se unem em dois brônquios maiores e principais até desembocarem na traqueia.

ASMA X BRONQUITE CRÔNICA

Quando os brônquios estão inflamados, seja por qualquer motivo, eles ficam estreitos e liberam um muco em seu interior, o que dificulta a passagem do ar. Para esse processo damos o nome de bronquite.

Em gatos, a asma é uma bronquite de origem alérgica, mas não se pode afirmar com certeza se a asma felina é totalmente igual à asma humana. Isso porque em gatos, o principal sintoma é a tosse e, em humano, é a falta de ar (dificuldade de respirar). Além disso, em gatos não é possível fazer um exame chamado teste de função pulmonar, que é um teste de esforço respiratório feito em pessoas com suspeita de serem asmáticas.

Em humanos também há uma diferença entre asma e bronquite crônica, sendo que nesta última a causa não é alérgica. Exposição ao tabaco ou poluentes ambientais são as principais causas de bronquite crônica nas pessoas.

Nos gatinhos acredita-se que também exista essa diferença, mas ainda não existem estudos suficientes para demonstrar esse fato.

GATOS PREDISPOSTOS

Qualquer gato pode desenvolver asma, mas os siameses costumam ser mais acometidos. Com relação à idade, geralmente são mais observados nos animais adultos (idade média de 4 anos).

SINTOMAS

O principal sintoma da asma felina é a tosse. Gatinhos com doença muito avançada também apresentarão dificuldade para respirar, mas respirar com a boca aberta somente ocorre nos casos mais graves.

Por essa razão o tutor deve ficar atento à respiração dos gatos asmáticos, pois muitas vezes eles ficam mais quietinhos e respiram numa frequência mais rápida. Em alguns animais é possível escutar um chiado, principalmente quando o ar está saindo (expiração).

DIAGNÓSTICO

O clínico considera um gato asmáticos baseando-se nos sintomas apresentados, no exame físico (auscultando o animal) e nos resultados de exames complementares.

A radiografia do tórax atualmente é a maneira mais rápida e barata de auxiliar o veterinário, mas alguns casos podem exigir um exame chamado lavado traqueal. Esse exame exige anestesia geral para que uma solução possa ser injetada dentro da sonda que passa pela traqueia. O líquido injetado é aspirado e enviado para análise.

A vantagem da lavagem é que ela identifica possíveis causas do problema respiratório, como presença de bactérias, parasitas ou células cancerígenas.

Outros exames que podem ser necessários incluem a broncoscopia, que é como se fosse uma endoscopia das vias respiratórias, e exames de sangue.

TRATAMENTO

Alguns gatos podem precisar de tratamento a vida toda, enquanto que outros somente durante as raras crises de tosse.

É recomendado que gatos obesos percam peso, pois isso piora a respiração.

O tutor deve evitar que o gato seja exposto ao frio e agentes que causem alergia, como poeira, fumaça de cigarro, produtos em spray, pólen, granulados sanitários que soltem muito pó e produtos de limpeza com perfume.

Os medicamentos prescritos podem ser administrados por via oral, injetável (nas crises) ou por via inalatória. O veterinário prescreve anti-inflamatórios à base de cortisona e broncodilatadores, que dilatam os brônquios e aliviam a dificuldade de respirar.

Em casa o tutor e o gato devem se adaptar ao uso das bombinhas. No Brasil ainda não temos à venda o espaçador próprio para gatos, o AeroKat, mas tutores podem encontrar o produto disponível no site da Amazon.com.

Para aqueles que não podem importar existe uma maneira à brasileira de fazer um espaçador que costuma dar muito certo para os felinos. Para isso basta cortar o fundo de uma garrafa PET de 600 ml, amolecer a boca da garrafa no fogo e moldá-la para encaixar a bombinha. O fundo recortado deve ser protegido com esparadrapo para não machucar o focinho do gato.

Nos casos de emergência, o gatinho pode precisar ficar internado para receber medicação injetável e oxigênioterapia.

PROGNÓSTICO

O prognóstico é bastante variável e depende da gravidade da doença. Na maioria dos casos o tratamento correto melhora drasticamente a vida dos gatos com asma, mas eventuais crises podem ocorrer, especialmente nos dias mais frios.

Alguns casos podem evoluir para fibrose, que é um processo irreversível e pode ser fatal. Para evitar que isso ocorra é fundamental PREVENIR as crises, pois quanto mais os brônquios se contraem, maiores os riscos de formarem a fibrose.

Essas orientações não devem ser interpretadas como forma de diagnóstico. Procure sempre um veterinário e nunca medique seu gato sem prescrição.

Dra. Laila Massad Ribas



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Respeite os Direitos Autorais
© Todos os Direitos Reservados

Até breve ...


Miau, Miau, é hora de ronronar, até o sol raiar , até breve ... 

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=‘•..•’= Gatos com FIV ou FeLV


É o pesadelo de toda mãe descobrir que o filho peludo está doente, mas é pior ainda quando o peludo está doente e a gente não sabe. E a FIV e FeLV são tão sorrateiras quanto perigosas. As duas ainda não tem cura.

O grande perigo da FIV e FeLV é que elas podem passar anos no organismo do gato sem que você saiba. E quando o diagnóstico é feito, pode ser tarde demais. A maior arma contra elas é a informação, saber que seu peludo é portador e saber detectar os sinais de problemas precocemente podem salvar a vida dele.

A FIV (Feline Immunodeficiency Virus) ou AIDS Felina é causada por um vírus da mesma classe que o HIV, ele diminuí a capacidade do organismo de combater doenças, ou seja, diminui a imunidade. Como a AIDS humana, o vírus em si não é letal, mas qualquer gripe simples pode se tornar um verdadeiro pesadelo da noite para o dia, já que o gato não tem como combatê-la de maneira eficiente. E é aí que mora o perigo: doenças que não seriam tão graves se tornam letais, e de maneira muito, muito, muito rápida.

A FeLV (Feline Leukemia Virus) ou Leucemia Felina também é causada por um vírus e ele também causa deficiência imunológica, mas além disso pode causar câncer nas células sanguíneas (leucemia). Assim como a FIV, não tem cura e qualquer doença pode se tornar letal se não for tratada a tempo.

Como ocorre a transmissão

Basicamente, o vírus é transmitido de um gato para outro.

A FIV, como a AIDS humana, é transmitida pelo sangue, principalmente por brigas e mordidas. Já a FeLV é muito mais fácil de ser transmitida: ela “passa” pela saliva e pelo contato próximo, inclusive pela caixa de areia, pelo pratinho de comida ou de água, e também por brigas e mordidas.

Como descobrir se o gato é portador

A única forma de descobrir é fazendo o exame de sangue específico para diagnosticar FIV e FeLV. O exame de sangue comum não detecta os vírus e não pode ser usado para excluir a possibilidade de o gato ser portador. Muitos gatos com FIV ou FeLV simplesmente ficam doentes com mais frequência, mas muitos outros são assintomáticos, por isso todos os gatos, saudáveis ou não, devem ser testados ao menos um vez na vida.

Cuidados especiais com gatos portadores

Se descobrir que seu gato é portador, não desespere: ele não sabe que é portador e provavelmente vai continuar sendo feliz e pulando pela casa como sempre. Pode até ser que ele tenha o vírus e nunca apresente sintomas. É você que terá que tomar algumas medidas para protegê-lo, pense que deve cuidar dele como se ele fosse um bebê, que precisa de um lugar quentinho e proteção de uma mamãe-coruja.

Antes de tudo, peça orientação ao veterinário, ele poderá apontar formas de fortalecer o sistema imunológico que podem ajudar o gato a se manter saudável, a mais importante delas é por meio da alimentação (rações super Premium, no mínimo).

Aumente a frequência das consultas de check up, e em todas elas peça exames de sangue para acompanhar a saúde do gato e detectar qualquer alteração a tempo. Gatos positivos para FIV (chamados FIV+) ou para FeLV (FeLV+) devem ser mantidos exclusivamente dentro de casa, sem acesso à rua ou a gatos desconhecidos, e livres de parasitas – inicie imediatamente o tratamento caso detecte pulgas ou carrapatos.

É óbvio que não se deve causar stress desnecessário a nenhum gato (dar banho sem motivo, força-lo a conhecer visitas de quem ele tem medo, etc), mas principalmente a portadores de FIV e FeLV, já que o stress contribui – e muito – para a queda da resposta imunológica.

E o mais importante: aprenda a detectar problemas. Confira sempre o peso, a pele, a boca, as orelhas, a disposição e apetite do gato. Mantenha tudo anotado (na porta da geladeira, que tal?) e corra para o veterinário a qualquer mudança (se ele comer menos ou mais, mudar a ingestão de água, tiver problemas para ir ao banheiro, ficar mais quieto ou agitado de repente). Lembre-se que gatos são muito bons em esconder que estão doentes e quando os sinais aparecem a coisa pode estar num nível perigoso.

Como proteger o gato que não é portador

Como as duas doenças “passam” de um gato para outro, a melhor forma de proteger um gato saudável é evitar que ele tenha contato com gatos portadores. Isso significa que a melhor proteção é evitar que ele tenha acesso à rua. Além disso, sempre que for trazer um gato novo para casa, certifique-se de que ele não é FIV+ ou FeLV+ antes de apresentá-lo ao seu gato. Existe vacina para FeLV no Brasil (a V5), mas sua eficiência não é 100% comprovada.

Gatos saudáveis e gatos com FIV ou FeLV podem viver juntos?

Uma pergunta comum, e uma resposta direta: não. Como ambas as doenças são transmissíveis, ou seja, podem “passar” de um gato para o outro, o risco de manter gatos saudáveis e gatos portadores juntos é muito alto. Gatos com FIV precisam viver com outros gatos com FIV, e os com FeLV com outros gatos com FeLV.

E por fim… Quão grande é o seu coração?

Pelo motivo explicado no item anterior, infelizmente muitos gatos FIV+ ou FeLV+ acabam passando a vida toda em abrigos esperando uma família que os adote. Então se você não tem nenhum gato, ou tem um FIV+ ou FeLV+, que tal adotar um novo peludinho e salvar uma vidinha de ficar condenada a um abrigo? Gatos com FIV e FeLV precisam de muito carinho, muito colo, muito amor… e costumam retribuir à altura!

Lista de ONGs do Brasil todo clicando aqui.

Como fazer o gato parar de soltar pelo =‘•..•’=

Imagem Pública
A queda de pelos em gatinhos é um fenômeno natural, principalmente naquelas raças que têm pelos mais longos. Porém, quando isso acontece em excesso, é hora de prestar atenção, pois algo na saúde do seu bichinho de estimação pode estar errado.

A queda de pelos em gatos é a responsável por manter a pelagem do seu companheiro sempre brilhante e bonita. O problema está quando essa queda é exagerada, deixando tufos de pelos pela casa inteira. Separamos algumas dicas para ajudá-lo a contornar essa situação. 

Preste atenção na alimentação do seu gato

Para fazer o gato parar de soltar pelo, uma ração de qualidade e balanceada é fundamental. Opte por uma ração que ofereça Ômega 6 e Ômega 3, dois elementos que ajudam a manter a saúde da pelagem do seu pet.

Escove os pelos do seu gato frequentemente

Essa é outra dica simples e eficiente. Procure escovar a pelagem do seu animal de estimação pelo menos duas vezes por semana. Desta forma, todos os pelos mortos ficam na escova e não espalhados por toda a casa.

Evite momentos de estresse

A ansiedade e o estresse são duas das principais causas da queda de pelos em gatos. Então, é muito importante você garantir ao seu animalzinho de estimação um dia a dia tranquilo. Entre as principais causas de estresse em gatos estão mudanças de residências, visitas frequentes a veterinários e barulhos anormais. Evitando esse tipo de situação, menores são as chances de o seu bichano perder pelo em excesso.

Dê banho no seu gato

Muitas pessoas pensam que gatos não devem tomar banho, mas essa é uma informação equivocada. Gatos devem, sim, tomar banho de tempos em tempos. Crie uma rotina de banho para o seu animalzinho, não inferior a uma semana. O ideal é dar banho no seu gato uma vez por mês. Isso ajuda a fazê-lo parar de soltar pelo.

Acostume seu gato a dormir em um único local

Essa dica não necessariamente faz seu gato parar de soltar pelo, mas ajuda a manter a sua casa ou apartamento sempre limpo. Ao habituar o seu bichinho a repousar sempre no mesmo lugar, torna-se mais fácil limpar e recolher os pelos, que ficam concentrados ali.

Se mesmo seguindo as dicas que mencionamos acima, o seu gato continuar soltando muito pelo, recomendamos procurar um veterinário para verificar as possíveis causas, como estresse ou deficiência nutricional, e o tratamento mais indicado.

Também há disponíveis no mercado produtos que afirmam reduzir a queda de pelos em gatos, como sprays, shampoos e óleos. Antes de adquirir esses produtos, procure a orientação de um veterinário para confirmar a sua eficiência.