=‘•..•’= O Gato se esconde atrás de sua ferocidade para se proteger...mas se observarmos com o coração podemos decifrar sua real personalidade e perceber a doçura que se esconde profundamente em teu olhar =‘•..•’=...by VGitana Bastet

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=‘•..•’= Raiva em gatos – Sintomas e prevenção


Embora seja praticamente erradicada nos dias de hoje, a raiva em gatos é uma doença extremamente perigosa e fatal para os felinos contaminados. Provocando uma série de sinais característicos e prejudiciais aos animais acometidos, a doença pode levar um gato infectado ao óbito em poucos dias; sendo que, mesmo quando tratada, tem um índice de mortalidade de 100%.

Bastante contagiosa, a raiva em gatos é transmitida por meio do contato direto entre um felino sadio e outro doente, sendo que a saliva do animal contaminado é a principal fonte da infecção. Dito isso, é fácil concluir que as mordidas são o principal meio de transmissão da doença; sendo que machucados por arranhões e feridas abertas também podem aumentar bastante as chances de contaminação, quando há contato com a mucosa de um animal infectado (por lambidas, por exemplo).

Considerada uma zoonose, a raiva também pode afetar os seres humanos – que, caso não recebam um tratamento imediato, podem sofrer graves problemas (incluindo a necessidade de amputação de membros atingidos pela doença) e correr sérios riscos de vida.

Afetando diretamente o sistema nervoso central, a doença causa transtornos na medula, no cérebro e no controle dos sentidos, mudando o comportamento de quem é infectado e desencadeando uma grande lista de complicações. Confira, abaixo, quais são os principais sinais da raiva em felinos, e saiba como prevenir o seu pet do problema.

Conforme explicado anteriormente, a raiva em gatos é transmitida, principalmente, por meio do contato de felinos sadios com a mucosa de animais infectados, sendo que o período de incubação da doença pode variar de 2 semanas até dois meses. Quando os primeiros sintomas da doença começam a se manifestar, a mudança de comportamento é um dos primeiros sinais, e os bichanos passam a ficar bastante agressivos.

Além disso, podem ser notados falta de apetite, hidrofobia, fotofobia, dilatação das pupilas, salivação espessa e excessiva, além do hábito que gatos com raiva adquirem de dar mordidas no ar. A partir da manifestação de tais sintomas, o quadro vai se agravando até levar o animal à morte, em cerca de 4 dias.

Prevenção e tratamento da raiva em gatos

A raiva é uma doença que não tem cura e, portanto, a única maneira de proteger os felinos desse mal é por meio da vacina antirrábica – que pode ser administrada aos bichanos com idade a partir de 2 meses, e deve ser renovada anualmente. Além disso, evitar que seu gatinho doméstico tenha contato com gatos de rua ou desconhecidos também é uma boa opção para preveni-lo desta e de outras doenças.

Vale lembrar que, embora seja fatal para os animais, a raiva pode ser tratada em seres humanos. Portanto, ao identificar a doença no seu pet, é muito importante que ele seja levado a um profissional veterinário, para que o controle da propagação do problema seja feito e outras pessoas e animais não sejam contaminados.

Dr.Fábio Toyota
Médico Veterinário (CRMV- SP 10.687), 




Platinosomose



Platinosomose é uma parasitose de felinos domésticos ou silvestres,causada por um trematódeo da espécie Platynosomum concinnum.Comumente ele habita os ductos biliares e vesícula biliar do gato,mas pode ser encontrado no duodeno ou outras porções proximais do intestino e ductos pancreáticos.Geralmente o quadro passa desapercebido,sem alterações clínicas,mas pode também ocasionar disfunções hepáticas graves,como colestase , colangiohepatite e cirrose.

O parasita é encontrado em áreas tropicais e subtropicais.O ciclo de vida é dependente de invertebrados como moluscos(caracóis) , insetos terrestres(besouros) e lagartixas ou sapos,que estes são os últimos hospedeiros antes dos felinos.O gato ao caçar e ingerir estes animais acabam adquirindo os parasitas que estão encistados no fígado destes hospedeiros,das formas encistadas surgem as metacercárias que migram para se desenvolver nos ductos biliares.

Os sinais clinicos serão proporcionais ao grau de infestação,geralmente há diarréia mucóide,inapetência,perda de peso, anorexia e vômitos.Se houver colestase poderá ser percebida à icterícia,hepatomegalia,anemia,ascite e aumento palpável da vesícula biliar.

No ultra-som pode ser observado dilatação de ductos biliares,dilatação vesicular e hepatomegalia.

A consequência do parasitismo intenso é a colestase e o desenvolvimento de um processo inflamatório hepático,o que pode causar uma colangite e até mesmo uma fibrose,em quadros crônicos.Há relatos de associação de colangiocarcinoma com o parasitismo por Platynosomum,o que pode ser uma das causas desta neoplasia.

O diagnóstico,além da sintomatologia clínica,pode se feito pelo exame coprológico,pela análise das fezes através do método de sedimentação com formalina-éter.É recomendado a administração de um colagogo antes,para aumentar a quantidade de ovos do parasita nas fezes,porque nem sempre a oviposição é suficiente para se detectar os ovos.Assim,o óleo de milho ou gema de ovo,podem ser fornecidos para causarem a contração da vesícula biliar.

Entretanto,em casos graves geralmente há obstrução do fluxo biliar,o que impossibilita o sucesso do exame coprológico.Quase sempre a laparotomia é necessária nestes casos.Podendo-se ser diagnóstica e até terapêutica.Recomenda-se a retirada de amostras da bile,para citologia e cultura bacteriana.Podendo-se observar as alterações hepáticas macroscópicas e a coleta de fragmentos para a biópsia.Um procedimento cirúrgico pode ser realizado para restaurar o fluxo biliar para o intestino,trata-se da colecistoduodenostomia,a anastomose da parede vesicular com o duodeno.

As principais alterações laboratoriais são a eosinofilia periférica,elevações das enzimas hepáticas(nem sempre) e a bilirrubinemia.

O tratamento é basicamente o cesticida praziquantel por três a cinco dias.O sucesso dependerá do tempo e grau de infestação,e principalmente do grau de injúria sofrido pelo fígado.Em quadros de colangites é recomendado o tratamento com corticóides.O suporte deve ser feito com protetores hepáticos,fluidoterapia e alimentação enteral.

A platinosomose deve ser sempre incluída no diagnóstico diferencial de icterícia em gatos,principalmente em regiões de climas tropicais,e em animais de vida semi-livre,que possuem o hábito de caçar lagartixas e insetos,estes sendo sérios candidatos a albergarem e disseminarem o parasita.

DR. REGINALDO PEREIRA
CRMV- CE 1589 .Pós- graduação em Clínica de Felinos- UCB/RJ.
Mestrado em Ciências Veterinárias- UECE
Membro da Academia Brasileira de Clínicos de Felinos – ABFEL
Membro da American Association of Feline Practitioners

Florais para Gatos =‘•..•’= 🍃💐


Os florais atuam no equilíbrio das emoções.😻😹😸😼😽😾😿🙀

O sistema Florais de Bach™ foi criado em 1930 pelo médico inglês Edward Bach. É composto por 38 essências extraídas de flores silvestres que possuem propriedades curativas.

Florais não têm contraindicações e não possuem componentes químicos. Podem ser usados como terapia complementar a outros tratamentos e não substituem o tratamento médico veterinário.

Animais reagem emocionalmente às condições do ambiente, das pessoas, de outros animais. Distanciados de seu ambiente natural há milhares de anos, muitas vezes mostram sinais de desequilíbrio emocional.

Os Florais de Bach podem ser encontrados em Farmácias Homeopáticas e Farmácias de Manipulação.

Nas “Recomendações para Uso”, será recomendado à Farmácia que os florais sejam manipulados SEM NENHUM CONSERVANTE.

O frasco deverá ser guardado na geladeira ou num local escuro, fresco e longe de aparelhos.
Para cães e gatos, 10 gotas devem ser colocadas no pote de água do animal, duas vezes ao dia, até o término do frasco.

Caso o animal não tome água no pote, podem ser dadas 4 gotas diretamente na boca, 4 vezes ao dia.
Quando o floral estiver terminando, as mudanças observadas no comportamento do animal devem ser relatadas à terapeuta por e-mail citando o número da Ficha de Atendimento. Se necessário, novas 


Por Deolinda Eleutério (terapeuta)
Formada em “Florais em Animais” pelo “Instituto Dr. Bach” registro nº21,
site: GatoVerde


Grama do Gato


Uma coisa que os gatos amam é comer plantas, como já escrevi um artigo sobre o assunto aqui no blog, e até alertei sobre os cuidados necessários  com nossos gatinhos em relação as plantas venenosas.

Algumas sementes fazem muito bem para os felinos, como o trigo e a pipoca.
Para plantar a pipoca por exemplo é muito fácil, e custa barato e seu gatinho vai amar, recomendado pelos veterinários o milho de pipoca por exemplo ajuda na eliminação de bolas de pelos, e contribui para o bom funcionamento intestinal.

Segue o modo de Plantar veja: ↷

Você vai precisar de:

  • 1 - Um pote, vaso ou jardineira. Isso dependerá do número de gatos que você tem. Caso tenha mais de um, recomendamos uma jardineira – igual a da foto – que pode ser encontrada em supermercados, na seção de jardinagem.
  • 2 - Arrume terra e adubo de boa qualidade.
  • 3 - Compre um saco de milho de pipoca – o que vem os caroços, não o de microondas.
  • 4 - Como preparar:: ---  coloque a terra e misture com o adubo. Deixe, mais ou menos, uns três dedos da borda sem terra. Salpique o milho por todo o recipiente evitando que os caroços fiquem muito juntos. Cubra as sementes com terra – em torno de um dedo. Molhe harmoniosamente e tome cuidado para que nenhum caroço fique descoberto. Consiga um local que bata sol e de preferência sem acesso ao seu gatinho, porque ele pode fazer a festa cavando na terra. Molhe dia sim, dia não ou sempre mantenha a terra úmida, nunca encharcada – o que evitará da planta não desenvolver ou morrer devido aos fungos . Em 3 dias, mais ou menos, as raízes surgirão.

Dentro de 3 semanas, aproximadamente, o pé de milho já terá um tamanho bom.
O ideal é deixar a planta crescer uns 4 a 5 dedos pois, do contrário, os gatos acabam rapidamente com ela. Tome cuidado quando servir a fim de que eles não cavem no recipiente ou pisem nas plantas. Repita o plantio sempre que quiser, pois eles adoram.

E ficará assim:↷ 





by_____=‘•..•’= VGitana Bastet © =‘•..•’=
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Gato no Banheiro


Você já parou para pensar alguma vez por que o banheiro é como uma espécie de “ímã” para os gatos? É mais que uma fascinação, algo inexplicável e que sem dúvida muda nossa rotina. Se nós somos dessas pessoas que necessitam de tranquilidade e solidão para fazermos nossas necessidades ou, inclusive, para tomarmos banho, será um problema?

Os banheiros apresentam certas características que chamam a atenção dos felinos. Seja porque não há ninguém na casa, ou seja, porque você o está usando. Por exemplo, eles gostam dos azulejos frios no verão ou da presença de água que talvez eles precisem para beber.

Quanto à “diversão”, o banheiro é um ambiente especial para os gatos. As toalhas são ideais para arranhar, jogar no chão e, então, usar de cama. O papel higiênico se torna uma brincadeira mais que divertida e que não acaba até que o rolo termine (e o papel esteja esparramado por todo o chão).O vaso sanitário, o bidê e a pia são similares às brincadeiras do parque para as crianças… 

Os gatos adoram saltar entre uns e outros para testar todas as suas habilidades e acrobacias. Como se isso não fosse suficiente, já que estão no banheiro. E nas janelas muito pequenas (ou até mesmo em algumas que nem sequer têm essa abertura) os gatos se sentem mais à vontade, na intimidade do ambiente.

Contudo, tem mais, já que para eles um banheiro é como um parque de diversões. Podem brincar com o sabão, as esponjas… Ou, mesmo, se enfiar dentro de gavetas ou armários que ficaram abertos, fuçar as estantes, cestos de roupas e qualquer fresta que eles encontrarem.

É possível que eles lambam a escova de dente, que bebam a água do vaso sanitário ou aquela que tenha ficado armazenada na banheira. Também, é possível que ele jogue coisas no chão ou, inclusive, que faça suas necessidades lá… De qualquer maneira, ele terá passado por isso tranquilamente… Tudo isso explica (em parte) o porquê de ele querer acompanhar você na hora que você vai ao banheiro.

Quando o Gato vai junto no banheiro: 

Talvez tenha sido um animal de estimação muito “cuidadoso”, que não deixou marcas ou sinais da presença dele no banheiro anteriormente ou quando ele estava sozinho. Quem sabe ele se sinta atraído pelo fato de que, quando você não está, você fecha essa porta para impedi-lo de entrar no banheiro?. Ou pode ser que ele ache que, na hora que você vai para o ambiente mais divertido da casa… ele tenha permissão para ir com você!

O gato entenderá ou que você o está convidando a brincar lá, ou que você desfrutará das instalações, assim como ele. Ou, mesmo, que ele deve mostrar a você como é passar uma tarde de diversões no banheiro. Mas, claro que nada disso é aceitável na cabeça das pessoas.

Quando o gato ou o cachorro nos acompanham a cada lugar da casa, isso pode estar ligado a muitos motivos: porque ele está com fome, porque quer brincar, porque sente carinho por você, porque ele quer fazer as necessidades dele, porque sentiu sua falta, porque está entediado… No caso específico do banheiro, talvez isso aconteça porque ele esteja sentindo calor e procura um lugar fresco ou porque ele esteja com sede e esteja interessado na água ao redor dele.

Para saber bem o motivo deste acompanhamento ao banheiro, devemos analisar o comportamento do animal. O que faz desde o momento em que aparece na porta? Em especial, em direção a qual lugar ele se dirige? Ele fica tranquilo ou começa a dar voltas por onde ele quer? Ele se senta sobre suas pernas ou em um tapete próximo?

Sendo seu dono, você sabe compreender os sinais que ele te dá. Preste atenção aos hábitos dele e você terá a resposta dessa estranha (ao menos para você) escolha em ir ao banheiro com você.

Vídeo: Hot Water - Simon's Cat

2017

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